© 2016 por Malê edições. Criado por Francisco Jorge

revista literária

Ano 1, Número 1. Maio 2019

Destaques 2018

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O crime do Cais do Valongo é um romance histórico que começa em Moçambique e vem parar no Rio de Janeiro, mais exatamente no Cais do Valongo. O livro de Eliana Alves Cruz foi eleito pelo júri do Jornal O Globo como um dos dez melhores livros de ficção de 2018.

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Em A cor da demanda, Éle Semog lança seu olhar afiado como lâmina em brasa sobre as realidades que ora nos afligem, ora nos enternecem. Seus poemas traduzem com uma sinceridade emocionante, e sem concessões as diversas realidades de sociedade brasileira.

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Partindo de um lugar de fala claro e explícito – o da mulher negra – a autora, de saída, enuncia que se propõe a discutir o papel da mulher negra enquanto intelectual engajada na luta pela transformação da sociedade brasileira, a partir de narrativas negro-femininas contemporâneas.

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No livro de contos Eles, Vagner Amaro aborda os abismos e lutas, identificações e empatias, na construção da identidade dos homens, diante das exigências do padrão hegemônico de masculinidade. Contos curtos, instigantes, que abrem janelas para reflexões sobre algo essencial para as relações humanas.

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As muitas mulheres negras presentes no romance Água de barrela, de Eliana Alves Cruz, encontram no lavar, passar, enxaguar e quarar das roupas das patroas e sinhás um modo de sobrevivência em quase trezentos anos de história, desde o Brasil na época da colônia até o início do século XX.

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Além de refletir muito sobre cinema, música, literatura, em O Homem azul do deserto a autora transita e nos conta de vários brasis, sempre ligados pela diáspora brasileira, revelando o belo contido nessas histórias, sem nunca deixar de falar também do absurdo que envolve a vida da população negra no país.

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As histórias de Dany Wambire são tão dele e, ao mesmo tempo, tão nossas.

As personagens, homens e mulheres, vivem seus destinos malfadados, trazendo à tona o peso da memória de uma sociedade que oscila entre o passado e o futuro.

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Em O movimento leve: contos o leitor vai encontrar dez textos com grande diversidade temática e de estilo, selecionados pelo prêmio Malê de Literatura.  Os textos apresentam um pouco da escrita de jovens de diferentes regiões brasileiras.  São contos que trazem novos olhares para a literatura brasileira.

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Em seu livro de estreia na poesia, a escritora e cordelista Jarid Arraes dedica seus poemas àqueles que não encontram matilha, que buscam abrigo.

Quando se trata de conquistar mulheres, o protagonista Fio Jasmim se julga potente como qualquer homem branco. Mas esse instinto é abalado por episódios traumáticos de infância. Como quando, na escola, uma professora o impediu de fazer papel de príncipe por cauda de sua cor. 

Talvez o medo mais escondido de cada ser humano seja o da morte. A ideia de deixar este mundo sem cumprir totalmente nossos sonhos é tão desesperadora que pode ser capaz de nos impedir de realizá-los. Assim acontece com Íris.

Sankofia é um livro de contos de inspiração afrofuturista que passeia por vários gêneros literários, mesclando, por exemplo, empregadas domésticas e terror social, Maracatu e Sword& Soul, patrimônio histórico e mistério; fantasia, poderes e representatividade, ficção científica e o que nos faz humanos; cultura e mitologia africana.

João Lourenço tem o quarto do jeito que quer, livros de sobra em sua estante para ler, e um computador com internet para assistir suas séries favoritas. Para João sua vida seria perfeita se não fosse por um único fator: Sua mãe quer que ele seja um garoto normal.

O volume 40 marca o quadragésimo ano de existência da série criada em 1978. É um livro com um número recorde de autores: 42. Contos que falam sobre o cotidiano dos afro-brasileiros, mostrando a maturidade de uma literatura que se renova sem abrir mão da arte e do comprometimento social.

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Um corpo negro conta, poeticamente, o processo de se reconhecer como negra, a partir do que se manifesta fisicamente no corpo: pele, cabelo, boca e nariz, até as estórias que a escritora ouviu sobre seus ancestrais e as experiências identitárias como mulher negra.

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Cidinha da Silva apresenta uma perspectiva contemporânea e ficcional do cotidiano, sobre temas como política, crise ética, racismo religioso, perda generalizada de direitos (principalmente por parte das mulheres), negros e grupos LGBT. 

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Um grandioso romance histórico em quadrinhos que fala de Zumbi, e de vários outros personagens complexos como Ganga Zumba, Domingos Jorge Velho, Ganga Zona e diversos homens e mulheres que compõe o retrato de um momento definidor do Brasil.

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O poeta mineiro demonstra engenho e arte para falar do amor, da família, da cultura afro-brasileira, das grandes cidades e da própria literatura... são observações líricas e poderosas sobre os relacionamentos, o racismo, o amor, os antepassados e a própria poesia.

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Em Carolina: uma biografia, o jornalista Tom Farias apresenta a complexa trajetória da escritora Carolina Maria de Jesus.  Da infância pobre, na cidade de Sacramento, em Minas Gerais, passando pelas cidades em que peregrinou na juventude em busca de trabalho e de diagnóstico e cura para uma doença nas pernas, até sua chegada a São Paulo onde se instalou na favela do Canindé.

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O livro reúne na linguagem e nos enredos a vida das periferias e a cultura afro-brasileira - com destaque para a cultura (modo de vida) de Salvador. 

Geovani Martins narra a infância e a adolescência de garotos para quem às angústias e dificuldades próprias da idade soma-se a violência de crescer no lado menos favorecido da “Cidade partida”, o Rio de Janeiro das primeiras décadas do século XXI.

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Quem tem medo do feminismo negro? reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista CartaCapital, entre 2014 e 2017.

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Com uma escrita precisa e mordaz, Carlos Eduardo Pereira constrói em “Enquanto os Dentes” um retrato duro e necessário de um Brasil violento: não a violência das ruas, mas a agressividade da intolerância e da discriminação que se escondem dentro das próprias casas, famílias e instituições.

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Neste livro foram reunidos ensaios e artigos de autores que são referência na fortuna crítica da escritora maranhense, autora do pioneiro romance Úrsula, do conto abolicionista "A escrava", do volume de poemas Cantos à beira-mar e da narrativa indianista Gupeva, todos com reedições recentes e disponíveis aos leitores.

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O encontro de duas comunidades degredadas no Rio da primeira metade do século XX: negros e judeus.O mais ambicioso romance de Nei Lopes.

Em Memórias de porco-espinho, Alain Mabanckou revisita, com amor e ironia, uma série de lugares fundadores da literatura e cultura africana.

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Em Flechinha: o príncipe da floresta, Kenia Maria apresenta as aventuras do menino Flechinha diante dos mistérios da floresta e sua construção como defensor das matas. 

Lili é uma menina muito esperta e sonhadora, que nem sempre tinha boa história de férias pra contar na escola. Mas com muita poesia e uma ajudinha dos Orixás, Lili vai viver uma grande aventura.

No reino da carapina é uma obra infanto-juvenil que dialoga com a cosmogonia afro-brasileira.